Blog da Eva

Calendário escolar para o ano lectivo 2008/2009

by eva terça-feira, 5 de Agosto de 2008

 

 

Períodos

Início

Termo

1.º

Entre 10 e 15 de Setembro

18 de Dezembro

2.º

5 de Janeiro

27 de Março

 

3.º

 

14 de Abril

A partir de 9 de Junho, para os 9.º, 11.º e 12.º anos, e de 19 de Junho, para os restantes anos de escolaridade.

Interrupção para o Carnaval: 23 a 25 de Fevereiro

 

 

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Divisão de 45

by eva segunda-feira, 4 de Agosto de 2008

Consegue dividir o número 45 em 4 partes (não necessariamente iguais) de tal forma a que o resultado das seguintes operações

1.   a 1ª parte mais 2;

2.   a 2ª parte menos 2;

3.    a 3ª parte vezes 2;

4.    a 4ª parte a dividir por 2,

seja igual, isto é, que os quatro resultados dêem o mesmo número?


 

Wink Exercício sugerido pelo leitor Luís Camacho e retirado do site http://www.gymnasiumforbrain.com/index.htm

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Cursos que exigem Matemática como prova de ingresso registam menos desemprego

by eva sábado, 2 de Agosto de 2008
Estudo revela impacto das condições de acesso na empregabilidade (Jornal Público)
 
O tipo de provas de ingresso exigido à entrada dos cursos superiores está associado a diferentes níveis de empregabilidade. Sendo que as licenciaturas que requerem o exame nacional de Matemática parecem ter mais sucesso no mercado de trabalho, por oposição às que pedem, por exemplo, o de Português.

Mas se os cursos que exigem Matemática como pré-requisito parecem ter menor “propensão para o desemprego” – definido como o rácio dos inscritos nos centros de emprego em Dezembro de 2007 sobre o número de diplomados entre 1996 e 2006, por instituição e licenciatura – esta vantagem não funciona como um atractivo da procura.

“Paradoxalmente, estudos anteriores sobre o sistema de ensino superior português, indicam que a inclusão do exame de Matemática como prova de ingresso reduz a procura por esse curso em cerca de 42 por cento, olhando para as primeiras escolhas dos estudantes”, assinalam.

Ou seja, apesar de o estudo da disciplina parecer constituir “um bom seguro contra o desemprego”, os alunos não o escolhem. “Estes resultados apontam para uma falha no mercado”, alertam os três investigadores, que dizem mesmo que seriam desejáveis políticas “do tipo paternalista”, que incentivem os jovens a estudar matemática: “Da mesma forma que se fizeram campanhas a defender a importância de beber leite, poderiam ser feitas campanhas pelo estudo da Matemática”.
 

Ler notícia completa no Jornal Público.

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